domingo, 3 de fevereiro de 2013

Labirinto do Eu

Envenenando as montanhas viris
que semeiam o novo mar profundo,
vejo o cálcio escracho da vida
que torna o horizonte surreal da alma.
Vem o cetro de ferro
bater nos verdes plantios
onde se vê filantrópicos fantasmas
abarcados por bucólicos bafos.
Enquanto isso no submundo senil,
vagam normas esquizóides
cegando a personalidade nata
que velejam,
gargalham
e assombram
a única saída do labirinto gentil:
a descoberta do Eu.








2 comentários:

Lucas Alvim Tomaz disse...

Gostei muito desse, esta muito sureal e cheio de imagens. Parabens.

Ana Laura disse...

vlwwww amor =)